quarta-feira, 4 de março de 2009

Guerra dos Sexos


É engraçado como funciona a mente das pessoas. Principalmente, se falarmos sobre a infrutífera “guerra dos sexos”.

Acho essa eterna disputa entre homens e mulheres para saber quem é o mais honesto, o mais falso, o mais mentiroso e, sobretudo, o mais infiel e boçal, simplesmente, uma das atitudes mais inúteis, retardadas, escrotas e, pra dizer menos, porque estou me controlando nos palavrões, infantilidade pura. As mulheres lutaram centenas de anos para chegar ao pouco que conseguiram hoje, e os homens demoraram séculos para entender que a vizinha não é apenas um pedaço de carne com peitos grandes e bunda deliciosa.

Lógico que temos nossas diferenças, mas generalizar é sempre um erro grotesco! Há homens tão emotivos, sensíveis e com “TPM” quanto há mulheres que jogam muito mais videogame que eu e sabem cuspir e arrotar com profissionalismo. Conheço uma garota que não tem TPM e se indaga com freqüência que “não entende porque as mulheres ficam como ficam na TPM”, assim como conheço um rapaz que não só não é gay e cozinha, como adora fazer sexo oral na namorada.

Nãããooo... Não vou ser hipócrita em dizer que nunca fiz comparações maldosas nem me fazer de bonzinho dizendo que sou um namorado perfeito e amigo pra todas as horas. Muito menos venho aqui dizer que isto é um mal do século e um péssimo hábito das pessoas de hoje, isso já é um fato! Tais tópicos só servem para mostrar o quão imbecil é esta rasgação de calcinha! Até porque, se repararem bem, os combatentes mais intensos e veteranos geralmente são os mais frustrados sexual e sociamente falando, esses gordões machistas ou essas feministas arrogantes que a gente encontra pela vida afora. Enfim... patético...

Já tô cansado de encontrar pela internet textos de mulheres frustradas escamando homens de pinto pequeno, broxas, cabelo ruim, etc, etc, etc... Assim como é altamente desanimador entrar num blog aparentemente divertido e ver um punheteiro xingar a mulherada que não quer “dá um boquete”, ver o jogo do Curíntia, aceitar “lá atrás”, etc, etc, etc...

Quer saber??!
Esse povo precisa é se fuder... Literal e metaforicamente falando...
Até porque, tudo o que esse povinho vai ganhar com essa birrinha é ficarem sozinhos mesmo...

Ficou ofendido com este texto? Vai engolir a PORRA do teu orgulho e pedir desculpas à alguém! Eu sei que você sabe do que tô falando...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças...


Sim, existe um filme com esse nome. E não, não é um plágio ao post "Lost".
Mas eu estive pensando no sentido desse título. "O Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças"... tem muitos significados pra mim.
Lembrança é uma palavra indefinível, apesar de tão exata... esporadica e mnemonicamente, o equivalente léxico da mesma é seu próprio conceito.
Imaginei uma vida sem nenhuma delas... onde tudo é apagado.
Certa vez, lembro de ter escrito algo como " sem sentimento... e sem sofrimento"... E qual a real diferença, afinal? Acho que é nesse fato que reside o brilho eterno de uma mente que nada registra.
Lembranças são pesos, são notas... sofrimentos, dissabores, decepções, desilusões.
E quanto aos momentos bons?... Esses, valem à pena só pelo fato de terem sido vivenciados. E basta. Porque em pouco alguém altera-se por lembrar de algo bom... pode até ser muito para alguns, mas em relação aos momentos ruins; nem se compara.
É um estigma, do qual foge a deliberação que concerne ao nosso consciente.
É confuso.. e até um pouco de auto piedade. No fim todo mundo se sente um dia. Todo mundo se sente mal um dia. E porque?... Porque as lembranças existem pra sempre nos remeter a algo ou alguém que um dia já tivemos, já vivemos, já ouvimos as palavras, já contemplamos o sorriso.
Lembrar-se das coisas é afogar-se em uma tormenta muito traiçoeira, armada por ninguém menos que nós mesmos. É beber da própria bebida, experimentar as sensações que nós mesmos edificamos no algo chamado "mente". E pior ainda... é ver um pouco de si mesmo.
Poder apagar tudo isso, as suas partes ruins. Suas partes apodrecidas; que só você conhece.
Uma mente que não se lembra, que não tortura, que simplesmente não cobra. Uma mente de brilho eterno.


E se fosse tudo nossa culpa;
por sermos amargurados?



(8) Theatre of Tragedy - A Distance There Is.
;

Saudações! HE


AAAAAAAEEEEEEEEEEE

É com enorme prazer (ui) que eu, Thaís, a Dartaranha agrego-me à este blog.
Antes de mais nada, e antes mesmo de postar alguma coisa (inútil) de grande contribuição à sociedade, eu gostaria de agradecer ao convite dos meus amigos tônicos e tentar externar como essa parceria será divertida!

Pedindo também desculpas pelo atraso em me juntar à vocês, porque eu não confiro (rs) minha caixa de e-mail ( :'D ). Mas aqui estamos nós!

E que comece a (putaria) dissertação!

Não mais importante, eu gostaria de desejar PARABÉNS ao nosso companheiro Nyo!
Atrasado, mas ao que parece a pontualidade não é meu forte. (rs)

;*

domingo, 8 de fevereiro de 2009

7 Cabeças, 4 Corações, 2 novos motivos para festa!



Boooa noite, caros internautas! Venho comunicar-lhes uma notícia extraordinária: o agregamento de um novo membro ao nosso querido e amado Plural Metafônico! Aliás, membro não, membra! Thaís, a Dartaranha mais punk, sexy e descolada dos Sete Mares fora adicionada à esse bando de impres... Cientístas do cotidiano, Filósofos do Agora, enfim, ao Plural =D À você, Thaís, as nossas boas vindas!!! (Maiores informações na VEJA dessa semana.)

E como se não fosse o bastante, hoje é aniversário do NYOOOOO!!!! Nyo-sama, amigo dos tempos de colégio, parceiro em quase todas as matações de aula, companheiro nas mais clássicas e duras batalhas contra monstros do além (Ragnarok ruleia HAHhahAHa), sempre ali, conosco, usando e abusando de sua sabedoria para que tenhamos esses momentos hilários de nossas vidas! Parabéns, Nyo!! Muita saúde, paz, e o blá blá blá que tu merece! Mas lembre-se: Se for beber, BRINDE! ;D E aproveite bem tua viagem!!!


Ouvindo agora Tears for Fears - Sowing The Seeds Of Love

sábado, 31 de janeiro de 2009

Tô Puto Mesmo (TPM parte 3)

Pois é, né... Durante anos, as mulheres lutaram por direitos iguais. Manifestações, protestos e sacrifícios deram, à essas bravas, mais dignidade, honra, mais direitos e, até mesmo, um dia especialmente delas! Mas elas se esqueceram que direitos iguais significa DIREITOS IGUAIS! E, assim como elas têm uma época no mês em que cometem verdadeiros genocídios, os homens também têm, pelo menos, um dia em que ficam putos da vida =D E é exatamente sobre isso que falarei, nessa 3ª parte da série sobre TPM.

O trânsito já não anda lá dos melhores... Contas a pagar, cachorro pra cuidar, estresse no trabalho, na faculdade, até na internet! Muito o que fazer, muito o que pensar e, ainda, tentar ser um cara bacana. Como se já não bastasse, ter de suportar o fator tepeêmico das mulheres ao redor. Mas, não, nããão senhor José! Tem dia que a taça enche, que a cabeça parece um balão, daqueles que até carinho faz explodir! É o dia que tudo parece dar errado, desde preparar o café da manhã à dirigir na Antônio Carlos! Desde escolher a calça à negociar uma folguinha no trampo! TUDO tende a ir contra nosso caminho. Até mesmo o próprio Murphy chora suas leis! E é aí que o bicho pega.

A TPM masculina é bem comum, e já fora retratada de forma magnífica no filme "Falling Down". Michael Douglas é um cara que, num belo dia em que tudo dá errado, resolve tocar o terror por contra própria. Simplesmente emocionante! E digno, porque não, de um verdadeiro Viking - macho até nos pêlos do nariz! Não sabemos ao certo os motivos e, muito menos, a cura para essa pequena
mudança de humor. Mas que já fiquem avisados: se virem um exemplar de macho tepeêmico, saiam de perto! Afinal, homem com TPM detesta até carinho no pinto!!



Música da vez: Siam Shade - D.Z.I (me dá uma vontade louca de quebrar tudo, quando a ouço =3)

sábado, 24 de janeiro de 2009

Um post especial, pois esses merecem!!!


Siiim, sim. Depois de um absoluto sumiço de todos do Plural, venho, através dessa, ressucitar nosso mais querido e divertido elemento da língua portuguesa, o PLURAL METAFÔNICO!!! E, para uma volta tão grandiosa, nada como um singelo post, homenageando 3 pessoas toootalmente excelentes, e que brilharam no vestibular desse ano =D

E são eles, sim, Laura Lanna Yumi, que pasou no vestibular para Aquacultura, Diego Pênes da Silvassauro, para Direito, e nosso japonês barbado, Kods-chan, para Ciência da Computação. Ambos, na Universidade Federal de Minas Gerais!!! Parabéns amigos =D Que continuem caminhando em direção aos seus sonhos, com cada vez maior determinação \o/


PS: Aguardem. Em breve, mais posts de situações, pensamentos e afins metafônicos xD

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Modelos Clássicos Não Funcionam

Lembrou-se da primeira vez que passearam, bem nítida na memória... O primeiro passeio é difícil de esquecer...

Ela chegava com as amigas... Mas logo que o viu, despediu-se e foi ao seu encontro...
Conversavam havia seis meses, mas era difícil se encontrarem, cidades diferentes, pais rígidos, cronogramas opostos... Mas não desistira dela um segundo.
Foi de surpresa, com uma bagagem de novidades, para vê-la, para abraçá-la... Para beijá-la, talvez...
Encontraram-se... Abraço tímido, porém penetrante, marcante... Ela não sabia, mas ele estava lá para ficar, com ela e por ela... Não iria a lugar algum... Ele não sabia, mas ela já pensara nas possibilidades... Não sabia o que queria...

Talvez o Universo seja grande demais para pensar em almas-gêmeas, feitos um para o outro... Talvez o lenga-lenga de amor já esteja fora de moda, virou baranguice... Talvez, até, sexo seja mais importante que confidências e carinhos...
Gostava de pensar nela como a única, porém... Gostava de passar noites em claro pensando nela e escrevendo... Preferia pensar em conversas profundas e filmes românticos... Momentos...

Por quase três anos, nunca a tirou da cabeça...
Por quase três anos, sempre pensara em realizações e gestos para ela...
Mesmo quando ela parecia não estar no mesmo Universo, mesmo quando não parecia nem mesmo tê-la conhecido jamais, mesmo quando tudo parecia ser um fim atômico, nunca parou de pensar naquele primeiro passeio... Difícil de esquecer... Os sons, as conversas, os vacilos, as doenças...

Nunca tivera coragem, entretanto...
-Covarde -pensava, lutando com seus travesseiros...
Nunca tivera coragem de dizer à ela tudo o que queria, tudo o que pensava... Muito menos fazer tudo aquilo que passava por seus sonhos e fantasias...
Medo de perdê-la, medo de assustá-la...
-Bem, assusto-a evitando assustá-la, -concluíra, naquela noite- pedidos de desculpas não resolvem, não eram para serem repetidos...

Que sua insegurança prevalecia sobre seu amor, sempre soubera, mas nunca quis admitir.
Naquela noite, porém, fora obrigado a admitir....

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*drive [incubus]