terça-feira, 28 de setembro de 2010

A parada é séria, a parada é contigo

Amores, quanto tempo, hã! Sim, são tempos de novidades! A volta de Lobão, um possível regresso de Iodes, tudo muito bom, todos rindo... sim, tempos de novidades. E pra segurar essa onda, venho com um post um tanto mais sério. Sim, pois nossa marca registrada é tocar temas que abordem diversas áreas sociais, de forma humorística, porém crítica.

Pois bem, tá aí na boca do povo, todos acham que sabem o que fazer, mas fazer o certo tá difícil... sim, meu caros leitores, amigos, falo das eleições
. PUTA MERDA, NEM AQUI ME LIVRO DISSO!? Não, nem aqui! E prest'enção, porque a coisa é bruta!




Poderia expor aqui litros e mais litros de motivos para não votar nesse, desconfiar naquele, etc. Mas esse exercício de cidadania, digo, esse estudo político, deve ser de livre e expontânea vontade de cada um. Me daria, inclusive, um prazer imenso saber que vocês procuram conhecer os candidatos, e mais ainda se incentivassem outros a fazerem o mesmo. Mas não, é bem simples, na verdade.

O que peço a todos vocês é para que votem conscientes, sem preguiça. Que
saíssem daquele esquema "não votar na merda para votar na bosta", ou aquele outro "dos males, o menor". Se for verdade que político nenhum presta, então você não passa de um imbecil, desperdiçando seu domingão n'uma fila da merda pra brincar de cidadão. Existem SIM aqueles que querem fazer a diferença.



é a palavra da vez. Em Deus? Nos homens? Depende de cada um. Tenho fé no futuro. E no futuro que quero para meus filhos e netos. No futuro que quero para este blog e nossos caríssimos leitores. No futuro que quero para minha terra. Se compartilham disso, por favor, usem seu poder com sabedoria. Em nome de todo o Plural Metafônico, agradeço de todo o coração!

domingo, 26 de setembro de 2010

ENEH 2010 (Parte II): Babilônia em Chamas e o Sentimento do Mundo

Sei que a Parte I não foi muito engraçada, mas estou com o coração na mão pra digitar e isso me corta um pouco do poder humorístico que costumava rodar facilmente pelos meus dedos. Esta parte, PORÉM, possui coisas que com certeza são, no mínimo, TOSCAS! _bom, na hora, pra mim, não foi nem tosco, nem engrassado, muito menos dignas de se pensar "porra, isso vai dar história pra frente", mas vamos ver_

Agora vem o PERRENHE!!!

Segunda amanheceu como uma tijolada na minha cara. Não que e estivesse de ressaca, não tive em nenhum dia, mas dormir no chão, sujo, com areia e esquecer que estava mascando chiclete e ele ter grudado no seu cabelo não é um belo modo de começar o dia. Quase tive que cortar fora minha trança Padawan Power Deluxe, foi tenso...

Resolvemos ir à praia do Futuro -que de Futuro tem nada; esperava ver umas navezinhas passando, conhecer uns alienígenas, perguntar se já haviam inventado algum tipo de DeLorean voador, mas nããããoooo, só um mar furioso e uma praia suja!- e dentro do busão conheci uma carioca chamada Gabriela. Logicamente, a galera começou a me colocar pilha pra chegar nela e tals! Confesso: pensei, olhei pra ela, e tentei começar uma conversa de segundas intenções... mas queeeeeeem disse que consegui??! QUEM?! Se eu gaguejei? Fraquejei? Não sabia o que falar, o que fazer??! SABIA SIM, tava claro como água na minha cabeça! O que me fez parar foi uma pequena vozinha, que mais tarde iria se tornar no BERRO que começou a me retornar a consciência, que me

perguntou: "É isso que você quer?... Ou é isso que você acha que precisa?..."

Não fiquei com a garota, e ela sempre vinha atrás de mim pra conversar e bater papo. Ela acabou ficando com um dos meus novos amigos do busão, mas mesmo assim, vivia sempre me encontrando. Virou uma grande amiga, pelo menos eu acho. Sabe-se lá se ela realmente queria alguma coisa além disso, prefiro pensar que não.

Após este dia, o ENEH era só festa: toda noite, rolava festa nos alojamentos, e os de Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia eram os mais animados!

MARACATÚ ATÔMICO, olodu

m caseiro, música brasileira e entorpecentes à rodo! Neste dia, bebi mais Raimundón -que é o drink feito com pinga que a galera da UNI tem os hábitos de fazer- e fui dançar! Não que eu dancei muito, não me lembro... Me lembro novam

ente de acordar na terça de manhã com alguém me chutando, e fomos pro CHURREH!, churrasco da galera do ENEH numa churrascaria perto da faculdade.

Eu fiquei sozinho à noite... Todo mundo ocupado, ou dormindo ou transando ou tentando manter a onda rolando, e fiquei andando, até sentar na porta da sala pra desenhar e ficar lá até ver que o ambiente estava silencioso! Foi quando reparei que já era quase 4 ou 5 da manhã e a galera tava indo dormir, e eu ainda estava sentado do lado da porta com o caderno na mão sem ter rabiscado uma linha sequer de desenhos. Nem sequer liguei o mp3. Esqueci de tudo isso. Durmi pra acordar dali umas horas.

Nesta noite de terça pra quarta, eu pensei muito... Estava bêbado, com muita fome (larica?! talvez...), de onda e muito confuso e perdido! Era pra eu gostar daquela festa constante e livre, por que não me animava ou divertia ou aproveitava?! Estava tudo forçado demais pra mim. E cada vez mais, pensava em BH e no que deixei pra trás, e meu orgulho ferido ainda berrando "naaada, tá tudo beeem, cê tá JÓIA!", mas aquela dorzinha crescente no peito e aquela vozinha já não mais sussurrando me convenciam do contrário.

Então, quinta chegou... Quinta foi O DIA! Quinta foi o DIA DA

BABILÔNIA/FUMEH! A Babilônia é a iniciação dos calouros de ENEH

, quando têm que recitar o mandamento e tomar um drink escabroso de uma golada só! Não faço nem idéia do que era este drink, só sei que tinha ração de gato, que grudou no meu dente (eca!). E depois foi o FUMEH! O FUMEH é a arrecadação de maconha por parte dos estudantes para fazer um beck gigante! "Um beck gigante na boca do estudante", como entoaram os cânticos! Ficou maior que uma telha de telhado e por isso mesmo, tinha que estar em cima dela pra ter alguma sustentação. Mas não foi divertido, não me empolguei, nem senti nada... Resolvi beber então! Acabei me encontrando com a turma do Raimundón e fui bebendo méh com Quaresminha _hehehe, peça demais esse cara_ e Jão Paulo, meu veterano de curso, e perambulando por aí, até de manhã cedinho! E foi aí que rolou o "banho coletivo"! Na verdade, não rolou, mas passaram duas meninas e um cara, as duas apenas de calcinha e o cara peladão, berrando "Banho coletivooo!"

Apesar da visão das minas nuas, e do susto momentâneo que tive, não gradei não, e foi o acender do pavio... Tava gostando daquilo nãããooo!! Tava demais! E quando as vi, com os peitos pra fora, eu pensei na hora em outra pessoa... e doeu como um chute no estômago! Dali fui direto pra cama e acordei com Rafael me chutando pra ir pra última praia, na sexta... Nem queria ir, mas achei que não era coisa pra se perder. Fomos pra "Prainha", e fiquei MUITO tempo no mar e MUITO tempo sentado à tóa, meus pensamentos voando soltos sem controle nenhum! Já não tinha vontade nem de me esforçar em me divertir, só queria ficar quieto, em paz, traquílo... Antes tinha dúvidas, agora sabia: não queria aquilo pra mim. Mas falo na próxima parte, o final: de sexta à domingo, e todo mundo achando que eu estava doente...

Vou tentar escrever a Parte III o mais rápido possível! É a parte que acho mais importante, ou pelo menos que lembro melhor e que mais gostaria de falar! Bom, até depois!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Conclusões de uma prosa juvenil

Estava a conversar com meu irmão caçula, n'um dia desses. Sim, José, aquele da EREÇÃO... não, Mariêta, ele não é maior de idade... pois, enfim, eis que surge esse curioso diálogo, seguido de uma prodígica conclusão:

Krys: Kenken, por que garotas se apaixonam por gays?
Eu: Porque eles normalmente são mais bonitos que os heteros, logo, são garotas fúteis que querem apenas um namorado, um brinco, pra mostrar pras amigas invejosas.
Krys: Que bobas!
Caras feios podem ter habilidades, conhecimentos e elas ficam nessa aí!
Eu: É, mas quem é que sai perdendo nessa?Krys: A namorada de um amigo meu largou ele porque se
ama o JUSTIN BIEBER!!! Ela é cega?! Ela nunca vai ter ele!
Eu: Puta que pariu, Justin Biba?!
Krys: Acho que as mulheres são burras. Não as loiras. TODAS!
Eu: Mulher é o bixo mais inteligente do mundo, malôko
! MENINAS é que são burras!

Obs: meu irmão só tinha 10 anos na época. Sim, ele é um GÊNIO!

domingo, 19 de setembro de 2010

Heróis da Pátria III

Boooooooooa Noite Povo !! Tu'bão com vocês ?


O Refinado humor Brasileiro "Old School", onde piadas não eram forçadas, nem tinham (muito) apelo sexual, tinham nomes de peso, como os já antes retratados nos posts anteriores. Peço licença para apresentar as novas gerações, um dos meus comediantes favoritos, Antônio Carlos Bernardes Gomes, mais conhecido como Mussum !



Mussum teve origem humilde, nascido no Morro da Cachoerinha, subúrbio do Rio de Janeiro, estudou 9 anos num colégio interno até conseguir o Diploma de Ajustador Mecânico.

Mussum trabalhou na Força Aérea Brasileira durante 8 anos antes de integrar um grupo de samba com alguns amigos, chamado de Os Sete Modernos, sendo conhecido posteriormente como Os Originais do Samba. Mussum recusou seu primeiro convite para participar de Programas televisivos porque achava que pintar o rosto, como os atores tinham que fazer, não era coisa de macho, mas anos mais tarde, mussum apareceria no programa humorístico Bairro Feliz (TV Globo, 1965), reza a Lenda que foi nos bastidores deste programa que Grande Otelo deu a Mussum esse apelido.

Em 1968, o Diretor de "Os Trapalhões" chamou Mussum para integrar o grupo, que contava apenas com Dedé e Didí. Mussum recusa, mas por insistência de seu Amigo, Manfried Santanna (Dedé Santanna) acaba aceitando, tornando se então o primeiro e único Trapalhão Negro (Apesar de Tião Macalé e Jorge Lafond também terem participado de alguns quadros do programa).



Mussum também se dedicava a música, sempre tocando nos Originais do Samba, abandonou-os apenas quando os Trapalhões já passava na TV Globo, e o sucesso o impedia de participar dos ensaios e shows. Outra de suas paixões musicais era a Estação Primeira de Mangueira a qual se dedicou mesmo nos Trapalhões, sendo o Diretor de Harmonia da Ala das Baianas, sendo conhecido por lá como "Mumu da Mangueira".

Mussum foi é considerado o Trapalhão mais engraçado, por seu modo irreverente de falar, adicionando a terminação "is" ou "évis" as palavras (Cacildis, Forévis, Coraçãozis), numa época onde ainda não havia o patrulhamento do "Politicamente Correto", Mussum se consagrou por frases onde ele satirizava a condição do Negro, tais como: "Negão é o teu passadis" e "Quero morrer pretis se eu estiver mentindo", Além de piadas sobre bebidas alcoólicas.

Mussum morreu em 29 de Julho de 1994, Não resistindo a um Transplante de Coração, e foi sepultado em São Paulo. Deixou um Legado de 27 Filmes com os Trapalhões e inumeros trabalhos na TV brasileira durante seus 20 anos de carreira.



Deixo vocês com esse vídeo e aqui fica a Homenagem do Plural a um dos Maiores comediantes do Brasil, e eu quero morrer pretis se eu tiver mentindo, Cacilds !!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ENEH 2010 (Parte I): O Beijo da Diferença e a Bênção da Ignorância




Meu próximo post iria ser sobre curiosidades históricas e como a mídia e a cultura popular fizeram os fatos ficarem um pouco distorcidos, mas me senti condicionado a escrever sobre a mais louca viagem que já fiz até então: o Encontro Nacional dos Estudantes de História de 2010, na cidade de Fortaleza, Ceará.

Como sei, E É FATO, de que as pessoas estão morrendo por stress, ansiedade e insegurança, já vou falar as respostas das perguntas mais pertinentes à viagem:

1) eu NÃO peguei ninguém;

2) eu NÃO trepei/transei/fiz amor/comi ninguém;

3) eu, SIM, fumei, bebi e viajei como jamais fiz antes, mas não extrapolei meus limites;

4) eu NÃO gostei da experiência, mas ela valeu à pena;

Valeu à pena, mesmo sendo ruim?! Como assim?!

As marolas do passado não fazem mais onda na minha vida... Já estava decididoa mudar minha vida, mas, depois deste evento, com mais de 1600 pessoas fazendo literalmente o que querem, eu de fato garanti que não vou viver mais assim. E fodas, larguei essas merdas mesmo, e tô muito mais aliviado e tranquílo, até ensaiar um Le Parkour fiz, até andei de skate!!

Mas, enfim, ao relato... Quando o busão chegou e todos entraram, e vi que não seria lá como aquelas "viagenzinhas fretadas" que já fiz pra Ouro Preto, Diamantina ou sei lá pra onde mais. A galera era totalmente desconhecida, mas todas as pessoas estavam sorridentes, simpáticas, totalmente à vontade para conversar com qualquer outra pessoa, e rindo e puxando conversa.Achei isso massa, e achei que teria uma semana muito foda pela frente!

Esta foi minha primeira fase, que durou até o dia seguinte da viagem: empolgação, ansiedade

em participar de tudo, maconha me fazendo rir constantemente, a pinga me fazendo piscar a cada minuto... Pensei que talvez fosse assim que os grandes velhos astros do rock faziam

suasturnês nos anos 60/70, cantando, dançando, fumando e agindo como se estivesse tudo bemem estar a 140 km/h numa lata de ferro empoeirada de xinxo e mé -e, vai por mim, NÃO É PORRA NENHUMA! E de fato, agora não me lembro bem dos trajetos, momentos e situações da viagem de ida. Culpa das noites do ENEH.

_Mas lembro do episódio "Jimi Hendrix e o Deserto", que foi massa!!!

Foi assim: a música era, essencialmente, o violão, pandero e garrafas de vidro tocando atrás, e a galera com aquela vozinha perfeita em tom de merda maior cantando; logo, alguém teve a brilhante idéia de colocar um mp3 no som.... no SEGUNDO dia de viagem, no sertão do norte

dePERNAMBUCO, tipo 7 horas de viagem de caminho! Maconheiro é foda....

Bom, colocaram o meu mp3, até porque, eles me viram escutando e fudeu meu lance...Mas foi bom! Ali, no sertão agreste do capeta, sem uma gota de água no busão, sem um sinal

de civilização a não ser o asfalto sob nós, paisagem seca e morta a perder de vista, e um negão

estourando na guitarra berrando "I have only one burning desire: lemme stand next to your

fire!!" foi marcante!_

O dia seguinte amanheceu nestes mesmos 140km/h, mas asobriedade me atingiu como um caminhão -na verdade, não me atingiu, mas ele passou a uns 30cm da minha cara na janela e eu assustei. Vi que era de manhã e que chegaríamos ao entardecer ou à noitinha na Universidade Estadual do Ceará, UECE. E umsentimento de pânico tomou conta dos meus pensamentos: "isso é uma bomba armada", pensei, ao virar para o lado e ver a mesma cena do dia anterior: drogas e rock 'n roll... e a porra da polícia por aí!

Não, nem havia polícia, mas na minha cabeça, a gente poderia ser preso a qualquer momento;

bastava ficar 2 segundos perto do busão pra sentir a maré, e ninguém lá dentro poderia serminimamente inocente aos olhos de qualquer sargento. PORÉM, eu bebi e fumei de novo e nem lembro quando chegamos à UECE, à tardinha. Só lembro de mim, de repente, com um cigarro na boca, tentando arrumar minha barraca e com aquela cara de bunda que só os que não sabem o que estão fazendo sabem fazer. Acabou que minha barraca estava arregaçada e fui dormir na

sala-dormitório com aquele sentimento de "porra-vão-me-roubar-até-as-cuecas-sujas".


No cair da noite, fomos para a inauguração do ENEH 2010, dentro da faculdade mesmo, num palquinho que tinha para shows, semelhante ao que há naquele prédio perto da FAFICH aqui da UFMG. Era a primeira noite de bebedeira, e já vi policiais perto ali fazendo vista grossa para os

estudantes maconheiros bêbados que estavam se aprumando por lá. Paranóias e loucuras

começaram a infestar meus pensamentos como pragas de insetos e eu nem faço idéia de como fui acordar no meu saco-de-dormir de manhã, com o Sol rachando na minha cara, berrando "acorda, seu arrombado, vai tomá banho SEM deixar o sabonete cair!!". Havia bebido demais...

Havia começado o ENEH 2010 Foraleza para mim, e eu já não estava me sentindo bem, pensando em alguém que deixei pra trás....

Daqui a três dias, posto a segunda parte: ENEH 2010 (Parte II): Babilônia em Chamas e o Sentimento do Mundo.

Homenagem aos Leitores

IRMÃOS !!!!

Chegamos a uma marca histórica no Blog, conseguimos 5000 pageviews !!! \o/

E a quem devemos isso ?! A Vocês leitores. Sejam artigos ou não. Graças a vocês, leitores ferrenhos, ou pessoas que cairam aqui por engano, chegamos a esse número tão expressivo pra um blog de textos.

Tá certo que o 'Ñ intendo' tem 772812862840236,37 pageviews por dia, mas... e daí ?! Nunca ví os caras lá fazerem textos (eles escrevem textos ?!) tão interessantes quanto os nossos, ou com conteúdo nos comentários, que vocês leitores nos dão. Além do orgulho e da motivação pra continuarmos sempre contando casos estranhos, diferentes, ou normais. Mas sempre de uma forma cômica.

No Mais, esse é um Agradecimento de Toda a Família do Plural Metafônico a vocês, leitores.

MUITÍSSIMO OBRIGADO !!!
Sem vocês, Seriamos apenas mais um blog na Blogosfera




Nyo, Lobão, Klaus e Iodes

sábado, 11 de setembro de 2010

Marcas da Guerra - Batalha del Luz


Começou como muitas outras, na rede. Acordos diplomáticos, bilaterais. Informações passam daqui pr'ali...
PIMBA! É guerra declarada! E o primeiro combate já com data e hora definidos. Já prevendo movimentos de aliciamento do lado adversário, eis que convoca um brilhante general para seu socorro. Devidamente armados, partem eles para aquela que ficou conhecida por "Batalha del Luz"!

Como bons combatentes, trataram logo de fazer reconhecimento da área. O Sol já baixava anunciando uma batalha perigosa. Ao avistar o adversário, usaram da cordialidade de todo guerreiro e respeitaram o trajeto até o campo de batalha. E assim o tiroteio começa!


Como já era de seu costume, atirou ferozmente até suas balas acabarem, para enfraquecer o "inimigo" e finalizar no ataque corporal. E, de fato, ocorrera como o planejado. Difícil foi não acertar um ou outro civil, já que o local estava repleto deles. Do outro lado, seu fiel companheiro de guerra analizava os passos de seu alvo. Vez ou outra um tiro certeiro era ouvido por aquelas bandas. A situação foi ficando cada vez mais hard, golpes dos mais variados estilos marciais utilizados por ambos os lutadores.

Mas o momento máximo, o ápice do combate, é o que até hoje gera dúvidas nos historiadores especializados da área. Pois ainda hoje se discute se fora graças a
um golpe de mestre de nosso protagonista, ou uma ousada estratégia de sua adversária, que causou um agudo gemido. E este gemido ecoou pelos escombros daquele campo, deixando assombros e admirações nos presentes. Depois disso, lentamente a campanha foi cessando.

As luzes trouxeram a realidade deixada por aquele dia. Uns saíram carregados, outros carregando, não os companheiros, mas sim seus adversários. É o respeito,
a admiração pelo BOM COMBATE. Mascas físicas foram deixadas, mas principalmente emocionais.

Contudo, o importante mesmo é o desfecho, a certeza confirmada nos lábios com a gloriosa frase
"até a próxima"




PS: alguém lembra de que filme era a sessão daquele dia?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A tal da Fernandinha!


Ah, eeeeeeessa é chapa quente! Apareceu por aqui há alguns meses, no post Fazer uma mulher feliz é extremamente fácil.... mas foi justamente como algo que não deixa nenhuma feliz. A tal da Fernandinha... levei tempo pensando em como apresentá-la devidamente, e eis que surge minha amiga, Vivi, leitora aqui do Plural Metafônico, para ajudar-me.

Bem, a Fernandinha é um doce de pessoa. Não se chama necessariamente "Fernandinha". Os nomes são os mais variados, mas é batizada como Fernandinha exatamente por ser um apelido carinhoso, porém sem intimidade o suficiente para fazer trocadilhos com o nome da moça. Principalmente porque somos nós, HOMENS, que apelidamo-nas. Por exemplo, uma Ana Clara, seria "Clarinha" ou "Aninha", e por aí vai. Essa é a identidade dela, seu nome no diminutivo. A estatura varia, de acordo com nosso gosto pessoal. As Fernandinhas que conheço são, EM MÉDIA, baixinhas. O corpo, nossa, QUE COOORPO! Seios médios, durinhos, bem no lugar, redondinhos. Cintura fina, mas com aquele quadril que deixa presença. E a bunda, ah, quando ela usa aquela sainha... as roupas nunca são aquelas mesmisse. Porém acompanham o humor, e o humor dela é sempre o melhor: shorts, saias, vestidos curtos, tudo com cores claras, vivas, alegres. Costuman usar blusinhas bem decotadas, costas e/ou barriguinha às vistas, com aquele piercingzinho no delicado umbigo convidando todos para uma animada conversa sobre qualquer coisa divertida. Acompanha do singelo Ice à roda de cervejada!

Mas ainda assim há quem não aprecie essa nossa "amiga". Há alguém que veja todos os defeitos do mundo nela. Quem? As namoradas, é claro!* Por isso, convidei uma amiga que se diz ciumenta para comentar e descrever a Fernandinha. Eis o que minha grande amiga, Vivi, disse:


"Quem nunca passou raiva com essas tais ‘’Fernandinhas’’?

Eu sou uma ciumenta assumida, porem sei muito bem
separar ciuminho bobo e ciúme de vadias se jogando em cima do meu namorado. Esse tipinho fica sempre rondando feito urubu a procura de um namoro pra se infiltrar, causando muita polêmica e desentendimentos. Não José ela não te acha sexy, irresistível e muito menos um amigo do peito quase irmão. Ela quer somente estragar o seu namoro e fazer da vida de sua namorada um inferno tirando dela aquilo que ela não consegue por incompetência própria ter ou manter. E além disso tudo ela é uma tremenda de uma ordinária que quer provar para ela e para todos à sua volta que consegue o homem que quiser. Inclusive aquele que tem namorada e jura amor eterno a todo momento. São atiradoras natas e em seu armamento usam todo tipo de filhadaputagem e ainda por cima se passam por inocentes e sua namorada por louca neurótica.

Você deve estar achando que é exagero de minha parte né?

Claro que não, afinal a natureza humana é competitiva. Porém algumas cretinas usam a sedução como forma de se auto afirmar e constatarem que são lindas e melhores do que a sua namorada. Pra mim
pior do que as Fernandinhas são os namorados que fecham os olhos pra tudo que elas fazem e deixam suas garotas nas mãos dessas harpias. Ôooo Manolo acorda!!! Com quem você acha que pode contar? Com a menina que você diz amar e está sempre ao teu lado para o que der e vier ou com a Fernandinha que está ali se derretendo por você até encontrar outro trouxa que vá representar um desafio maior e um prazer de conquista mais satisfatório para sua vida vazia!?"

hahAHahAHha Adoro! Vivi, além de leitora do Plural, é autora do recém chegado à blogosfera TIRO AO ALVO! Acessem e vejam mais de seus filosóficos textos! Podem clicar também no link da coluna à direita, em Gramáticas Adicionais!

Mas e vocês, conhecem alguma Fernandinha?! Se identificam nesse perfil!? Quais os nomes das Fernandinhas que conhecem? Contem-nos mais!!

*E isso nem é um ponto ruim: adoro namorada ciumenta! É tão gostoso quando elas sentem isso naturalmente, sem precisar forçar... Grazadeus pena que nenhuma [ex] pensou que podia me perder =D Enfim, obrigado, FernandinhaS!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Frase da vez!

Não necessariamente uma frase, apenas... mas lá vai!




Antes do computador...


Memória era apenas algo que se tinha na mente;
Teclado era apenas um tipo de piano;
Monitor era um cara que cuidava das crianças em eventos;
Programa era algo que passava na TV;
Rede era apenas aquele pano usado pra deitar e descansar;
Vírus era o transmissor da gripe;
Conexão era usada pra juntar encanamentos;
Aba era uma parte do chapéu e;
Janela
a gente abria pra ver o Sol...





... em falar nisso,
você já viu o Sol essa semana?!

Autoidentificação não é mera coincidência